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Contos eróticos - Gay
Sex, 30 de Julho de 2010 21:34

Um macho como nunca havia provado

Depois de Paula descobrir tudo, nossa vida sexual ficou muito mais ativa e nossas transas ficaram muito mais gostosas. Nós não nos traíamos, pois sempre estávamos juntos quando Paula resolvia exteriorizar a putinha que vive dentro dela.

Certa vez, em uma viagem de negócios, passei três dias fora de casa. Eu e Paula conversávamos por telefone e internet e prometemos que não íamos nos trair. Ela sempre colocava duas ou três calcinhas e um ou dois vestidinhos na mala para eu matar a saudade dela e de como ela se veste.

Eu estava hospedado em um hotel conhecido, onde outros amigos do trabalho estariam.

Certa noite, após uma longa e tesuda conversa no MSN, que apenas me fez ficar com um baita tesão, me despedi de Paula informando que na manhã seguinte estaria embarcando e retornando para casa e que ela iria me buscar no aeroporto, onde pararíamos no primeiro motel que víssemos.

Desligado o computador, desci no saguão do hotel, sem qualquer má intenção.

Encontrei Jorge, um amigo da empresa.

Sentamos e o senti bem triste. Puxei assunto e ele acabou se abrindo, me contando inúmeras brigas que estava tendo com sua esposa. Que não tinha mais tesão por ela e, acreditava ele, nem ela por ele. Deixei-o falar tudo e resolvi abordar o assunto que animou meu casamento, porém de uma forma um pouco diferente.

Como estávamos no balcão, a mercê do garçom, pedi 2 cervejas e sentamos em uma das mesas.

Começamos a conversar sobre nossas vidas, sobre como estávamos bem empregados e como era bom esta vida que levamos. Expliquei a ele que todo o casamento tem suas crises, mas que temos que arrumar formas e formas de ultrapassar os obstáculos que nos é imposto pela vida.

Mais cerveja e um porção de qualquer coisa e o papo rolava.

Contei a ele que eu e Paula (quem ele conhecia) tínhamos passado por uma crise que por pouco não nos levou a separação. Tínhamos perdido o tesão um pelo outro e, sinceramente, eu achava que só eu tinha perdido o tesão, por ter tentado algumas vezes e brochado. Isto foi motivo de algumas brigas e ela foi para a casa da mãe onde permaneceu por 1 semana, até voltar e nossa relação acender de vez.
Uauuuu disse Jorge, mas o que aconteceu para o fogo voltar assim tão rápido.

Bom, o que vou lhe contar daqui para a frente pode lhe assustar, mas continuarei se prometer guardar segredo independente do que ouvir. Imediatamente concordou e pediu que eu continuasse.

Eu estava deprimido e achando que não dava mais conta de sexo, resolvi então buscar uma garota de programa para testar minha voracidade.

Jorge então interrompeu: eu sabia que tinha outra mulher na história.

Eu disse que não foi bem isto. Entrei na internet e buscava todas as mulheres possíveis e nenhuma delas me despertou um desejo a ponto de acender meu fogo.

Humm disse Jorge.

Eu posso continuar ?

Sim, disse ele.

Em uma das páginas encontrei algumas travestis e aquilo me deixou louco de tesão.

Comecei a olhar as fotos, suas bundas e seus seios, deixando pra lá o tamanho do cacete. Foi então que uma delas me fez ficar louco. Uma morena deliciosa. Liguei para ela e marcamos o encontro que foi em um motel. Busquei Priscila em sua casa e ela me apareceu vestindo um vestidinho preto, de alcinhas que realçavam os seios e salto alto, fazendo empinar sua bundinha. Estava um tesão.

Neste momento percebi que Jorge estava imóvel e pediu para eu interromper que ele precisava ir ao banheiro. Quando ele saiu o garçom veio até a mesa e disse que o bar estaria fechando. Acertei a conta e esperei Jorge voltar. Expliquei que o bar estava fechando e que continuaríamos amanhã a conversa, voltando para casa. Ele disse: NÃO, VAMOS TERMINAR HOJE, ISTO ME DEIXOU ENTUSIASMADO.

Fui até o bar e pedi meia dúzia de cervejas e subimos para o meu apto. No elevador ele queria saber da continuação e fui naturalmente contando.

Bom, peguei Priscila e rumamos para o motel. No quarto conversamos e pouco a pouco ela foi se achegando mais e mais e logo estava passando a mão em meu corpo e no meu pau. Tirou pra fora e começou a me masturbar e depois ...
Saímos do elevador e entramos no meu apto, onde sentamos no sofá na sala onde continuamos a conversa.

Começou a me masturbar e depois caiu de boca, engolindo como louca. Acho que não durei 5 min e gozei na boca dela. Nunca tinha gozado daquele jeito. Fui tomar um banho e senti meu pau novamente se animar e, quando voltei, Priscila me esperava nuazinha na cama. Metemos com ela deitada e eu em cima dela e quando anunciei que ia gozar ela também gozou. Foi uma sensação incrível, pois vi o prazer que dei a ela no mesmo momento.

Jorge ouvia a tudo imóvel.

Priscila virou-se para mim e perguntou se eu já tinha chupado um pau eu disse que nunca e ela me ofereceu seu pau durinho novamente. Jorge, você pode não acreditar, mas meu pau ficou duro no mesmo momento. Chupei o pau dela sem pudor e podia sentir o gosto da porra da ultima gozada.

Meu sem jeito, falei para ela que deixaria isto para outra vez. Nos vestimos e fomos embora.

Jorge meio sem jeito perguntou: Mas como isto tem a ver com o relacionamento com sua esposa?

Calma, aí que vem a parte. Levantei para ir ao banheiro e buscar outra cerveja.

Voltei para casa e liguei para minha esposa. Ela chegando, contei tudo a ela como contei para você. Aquilo fez encher de tesão nosso relacionamento que metemos ali mesmo, na sala fantasiando a presença de um homem conosco na cama.

Nossas transas começaram a ficar mais e mais calientes, foi quando compramos um vibrador para ela e, nas transas tanto eu como ela fantasiávamos estar chupando outro pau. Logo ela pediu para eu me vestir como uma travesti e isto foi o ápice.

Não acredito, disse Jorge. Ela aceitou naturalmente. Eu disse sim.

É uma história meio estranha, difícil de acreditar, mas como lhe conheço e conheço a Paula, sei que ainda estão casados.

Não está acreditando? Venha ver uma coisa. O levei até o quarto, onde minha mala já estava pronta e tirei de dentro uma calcinha e o vestidinho, dizendo que ela sempre coloca na minha mala, quando saio para viajar.


Jorge então emendou: você veste isto ? sim, visto, quer ver? Claro que quero.
Fui até o banheiro, tirei minha roupa e vesti a roupinha e a calcinha e voltei ao quarto.

Jorge estava sentado na cama e quando me viu não acreditou. NÃO É QUE É VERDADE MESMO.

Dei uma voltinha e como o vestidinho era curtíssimo, abaixei um pouquinho para ele ver a calcinha enfiada no meu rabo. ENTÃO, É ISTO, AGORA ACREDITA? Virando-me de volta ao banheiro para tirar a roupinha. Ele pediu para eu voltar, e que eu desfilasse um pouquinho para parecer real. Sua cara não era mais de assustado e sim de tarado. Ele continuou me olhando, andei pelo quarto, rebolando e quando passei por ele para ir ao banheiro ele me puxou. VEM CÁ SUA PUTINHA, QUE QUERO VOCÊ INTEIRA SÓ PRA MIM. Ele estava totalmente fora de si e me agarrou forte, impossibilitando qualquer tentativa de sair. Me puxou em seu colo e, como um louco me virou fazendo-me sentar em seu colo e falando, quase que bêbado em meu ouvido. HOJE VOU TE COMER SEU VIADO. Aquela voz grossa, bruta e arrogante me deu um pouco de medo. Tentei levantar, mas sua força era tamanha. Eu disse: ESPERA JORGE, NÃO ERA BEM ... Ele me interrompeu e disse: NÃO QUERO NENHUMA DESCULPA, ESTOU TARADO E VOU COMER SEU CU E É BOM FICAR BEM FACINHA PARA MIM. Um de seus braços me prendia, enquanto o outro acariciava minha bunda. TIRA AS MINHAS CALÇAS PUTA E MAMA EM MEU PAU QUE HOJE VAI CONHECER UM HOMEM DE VERDADE. Não se tratava de um pedido e sim uma ordem.Tirei os seus sapatos dele, depois as meias e depois a calça. Percebi o volume de seu pau em baixo da cueca. Ainda estava meio com medo, mas quando ele baixou a cueca e mostrou seu pau, duro, grosso, cabeçudo, me soltei completamente. UIIII QUE DELÍCIA DE PAU. Nem eu acreditei. Subi na cama e cai de boca em seu pau, mamando como louco. Parecia que seu pau ia explodir de tão duro que estava. Enchi minha boca com aquela pica, enquanto ele puxava a minha cabeça de encontro ao seu corpo. Lambi de cima a baixo, mordendo a cabeça linda e toda a extensão do membro... Ele roçava a rola pela minha cara e eu chupava, mamava muito tudo o que eu conseguia conter, me entregando completamente. Enquanto eu mamava, olhava para o seu rosto como uma putinha e pude perceber que sua respiração começou a ficar mais acelerada e mais e então acelerei, chupei, chupei muito. Passeava a minha língua pela cabeça daquela rola com todo o carinho e vontade. Ele se levantou e pediu que eu ficasse sentado na cama que ele queria ver eu chupando seu pau até a ultima gosta de porra. Permaneci sentado na beira da cama e ele veio na minha frente, com seu pau duro em direção a minha boca. Segurou minha cabeça e começou a foder minha garganta como louco, até que ele gemeu mais alto e encheu minha boca de porra. Sentia que a cada chupada, um novo jato de porra inundava minha boca. Engoli tudo, limpando completamente seu pau.

Meu pau parecia que ia explodir e, como num gesto de restribuição, mostrei-o a ele e ele me deu um tapa no rosto, não forte, mas sentido O VIADO AQUI É VOCÊ, NEM ME MOSTRE SEU PAU. Me jogou na cama de costas e começou a lamber minhas pernas, subindo e subindo até que chegou na calcinha, colocou-a de lado e começou a chupar meu rabinho. Aquilo me arrepiou e logo ele estava em cima de mim e pude sentir seu pau duro tentando perfurar a minha calcinha. Agora era eu quem queria. Afastei a calcinha com a mão e abri bem minhas nádegas para sentir aquele pau em meu cuzinho. Senti o seu cacete, milímetro a milímetro entrando lentamente no meu buraquinho, me rasgando, me doendo muito. Em instantes já estava todo enterrado no meu rabinho e, quando ele começou a se mexer dentro de mim, a sensação mais gostosa foi crescendo do mais profundo da minha bundinha e espalhando-se por todo o meu corpo. Não me contive e soltei um gemido gostoso de tesão. ISTO SUA BICHINHA, GEME O PAU DE SEU DONO. GEME GOSTOSO. Me segurou e começou a me empurrar de encontro ao seu pau. Empinei-me todo para receber cada vez mais fundo. REBOLA VIADO, REBOLA NO MEU PAU. Eu estava um escravo perfeito e suas palavras passarão a ser minhas ordens. Comecei a rebolar gostoso em seu pau.

Ele então me puxou, me deixando de quatro na cama, dando um tapinha na minha bunda que mais fez barulho que doeu. GEME, GEME e o segundo tapa veio mais forte, no mesmo lugar. Pedi que parasse de me bater e ele então socou seu pau inteiro na minha bunda, debruçando-se sobre mim e mandando PEDE MEU PAU PARA VOCÊ SE DELICIAR. PEDE PARA EU TE FODER. Antes que eu pedisse, ele novamente deu mais um tapa, mas este, mesmo mais forte, me provocou um tesão incrível, me deixando completamente louco por seu pau.

Um prazer sem igual tomou conta da minha bunda e cheguei a pensar que estava sonhando. Era delicioso demais pra ser verdade. Sentia seu pau entrando inteirinho no meu cuzinho e meu cuzinho retribuia relaxando. Quando ele tirava o pau, meu cuzinho apertava, como se não quisesse que aquele pau saisse nunca. Ele por sua vez delirava, dizia que meu cuzinho era muito melhor do que ele imaginava, melhor do que qualquer mulher que ele já tinha comido. Chegava no meu ouvido e dizia REBOLA AGORA QUE NEM VOCÊ REBOLOU DESFILANDO. Eu louco de tesão rebolava, empinava a bunda, abria com as mãos, fazia de tudo por aquele prazer que eu nunca imaginei poder sentir. Por aquele pau cravado no meu cuzinho me fazendo delirar. E gritei, com uma voz de viado. ME FODE, EU QUERO SEU SEU, EU QUERO SEU PAU EM MIM.

Foi de mais sentir-se dominado daquela forma. Senti que seus movimentos aceleram, seu pau foi ficando cada vez mais duro e cabeçudo, ele urrava de tesão e me estocava cada vez com mais violência e com uma estocada final, senti sua porra inundar meu cuzinho, fazendo seu pau nadar dentro do meu rabinho. Assim que ele tirou seu pau do meu cu, senti sua porra escorrendo por minhas pernas e desfaleci na cama, olhando do lado meu macho em direção ao chuveiro. Passei a mão no meu cuzinho e pude sentir melado e arrombado.

Esperei ele sair do banheiro. Passou por mim, deu um tapinha na minha bunda e disse que queria repetir a dose, mas junto de minha esposa e foi o que realmente aconteceu. Mas isto é outra história.

Depois que ele saiu, sentei-me no chão do Box e relembrando soquei uma deliciosa punheta, gozando como louco.

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